terça-feira, 26 de março de 2013


Saturno V: o foguete que levou o homem à Lua

Em julho de 1969, dois astronautas conseguiram, pela primeira vez, pisar em um corpo celeste fora da Terra, a Lua. A viagem à Lua é considerada como a maior aventura do Século XX, e custou nada menos que 25 bilhões de dólares em 1969, o que corresponde, em valores atualizados, a mais de de US$ 100 bilhões.
As naves Apollo foram lançadas para o espaço através de alguns do maiores e mais potentes veículos a foguetes já fabricados, os Saturno I, Saturno IB e Saturno V.

O Saturno V foi o modelo final de foguete do Projeto Apollo, e o maior de todos eles. Todas as misssões lançadas com destino à Lua foram propulsionadas por esse veículo. Até hoje, o Saturno V mantém o título de maior foguete já construído, e não só suas dimensões eram impressionantes, como também sua potência e capacidade.

O grande idealizador dos foguetes Saturno foi o cientista alemão Wernher Von Braun, criador dos mísseis V-2 alemães usados na Segunda Guerra Mundial. Von Braun, depois de se entregar aos Aliados em 1945, no final da guerra, passou a trabalhar para os americanos, na NASA - National Aeronautics and Space Administration. Em 1955, naturalizou-se americano.

O foguete Saturno V era constituído de três estágios, todos utilizando combustível líquido para sua propulsão. O primeiro estágio, denominado S-IC, era responsável pela subida inicial, e percorria quase 58 Km a uma velocidade de até 9.900 Km/h. Possuía cinco motores F1, que consumiam querosene e oxigênio líquido e proporcionavam um empuxo total de 7.503.000 lbf. O primeiro estágio foi construído pela Boeing Company.

Após consumir todo seu combustível, o primeiro estágio era separado do restante do foguete por paarafusos explosivos e descartado, caindo no Oceano Atlântico, momento em que era acionado o segundo estágio, o S-II, bem menor, equipado com 5 motores J2, com empuxo total de 1.125.450 lbf de empuxo e que consumiam hidrogênio e oxigênio líquidos. Esse estágio levava o foguete a uma altura de 162,5 Km e atingia a velocidade de quase 25 mil Km/h. O S-II também se separava do restante do foguete por parafusos explosivos e era descartado. O segundo estágio foi construído pela North American Aviation.
O terceiro estágio, o S-IVB, que entrava em ação a seguir, possuía um motor J2, de 225.000 lbf de empuxo, colocava a nave Apollo em órbita, e o motor era então desligado. Depois de dar algumas voltas na terra, o motor do S-IVB era religado para a nave sair da órbita da Terra e ir em direção à Lua. Depois de consumir todo seu combustível, o terceiro estágio era também descartado e abandonado no espaço, restando então o conjunto da Nave Apollo, constituído pelos módulos de comando, de serviço e lunar, que seriam usados para orbitar e pousar na Lua. O terceiro estágio foi construído pela Douglas Aircraft Company.

Acima da nave Apollo, no topo do foguete, existia um pequeno foguete de combustível sólido destinado a separar o módulo de comando do restante da nave, em caso de emergência. Esse dispositivo nunca chegou a ser usado nas missões.

Os lançamentos dos Saturno V eram espetáculos impressionantes, assistidos por milhares de pessoas provenientes de todos os lugares dos Estados Unidos e do resto do mundo. Os foguetes tinham enormes dimensões, 111 metros de altura por 10 metros de diâmetro, pesando mais de 3 mil toneladas no momento da decolagem.

No total, 14 foguetes Saturno V foram construídos em seu formato original, e um décimo quinto, bastante modificado e com apenas dois estágios, foi utilizado para a primeira missão Skylab, e denominado Saturno INT-21. Doze desse foguetes foram usados nas missões Apollo 4, Apollo 6, Apollo 8, Apollo 9, Apollo 10, Apollo 11, Apollo 12, Apollo 13, Apollo 14, Apollo 15, Apollo 16 e Apollo 17. O programa Apollo foi encerrado em dezembro de 1972, com o último pouso na Lua realizado pela Apollo 17, e dois foguetes Saturno V, destinados às missões Apollo 18 e Apollo 19, ficaram sem uso. A missão Apollo 18 foi afinal lançada em 1975, em uma missão conjunta russo-americana Apollo-Soyuz, utilizando-se, entretanto, de um foguete Saturno IB.

Atualmente, três foguetes Saturno completos encontram-se preservados. Cada um deles foi montado com estágios dos dois foguetes não utilizados acima citados, mais outros estágios que seriam, mas que não foram utilizados em testes, e o terceiro estágio que não foi usado pelo Saturno INT-21. Esses foguetes atualmente encontram-se no Kennedy Space Center, em Cape Canaveral, Flórida, Johnson Space Center, em Houston, Texas e no U.S. Space & Rocket Center em Huntsville, Alabama. Outros estágios isolados também se encontram preservados em outros locais.





O que é níquel?









Níquel é um metal  branco prateado, dotado de qualidades significativas à utilização industrial, como por exemplo, a ductibilidade (propriedade física de um material de suportar deformação plástica sob a ação de uma de terminada carga, sem o risco de fratura ou rompimento), ou então a maleabilidade (capacidade de ser moldado por deformação).
O níquel é um material de grande resistência mecânica à corrosão e àoxidação, possuindo ainda um sistema de oxidação isométrico (ou seja, uma forma disposta que apresenta distância igual entre seus mais diversos pontos). Seu peso específico é de 8,5 g/cm³, com um ponto de fusão localizado em aproximadamente 1453 graus Celsius, possuindo um peso atômico de 58,68. Seu número atômico é 28, valendo ao níquel um lugar entre os denominados “metais de transição“ na tabela periódica dos elementos químicos.
O nome do metal deriva da palavra alemã “kupfernickel”, em uma referência à nicolita (mineral raro, encontrado em veios hidrotermais, de fórmula química “NiAs”) pelos mineiros alemães à época de sua identificação no século XVII. Já em 800 a.C. encontramos o elemento presente em objetos manufaturados, como armas e moedas. Sua importância na economia industrial, porém, foi insignificante até 1820 quando Michael Faraday, em colaboração com seu associado Stodard obtiveram sucesso em elaborar a liga sintética de ferro-níquel, indispensável ao progresso da moderna economia industrial. A produção industrial de níquel metálico refinado ocorre pela primeira vez na Alemanha, em 1838.
O níquel é bastante usado sob sua forma pura, para a produção de protetores de peças metálicas, devido à sua já mencionada alta resistência à oxidação (ferrugem). É aplicado principalmente em ligas ferrosas e não-ferrosas para consumo no setor industrial, em material bélico, em moedas, na área de transporte, nas aeronaves, na área de construção civil, aços inoxidáveis, ou ainda na produção do ímã artificial conhecido como Alnico (sigla referente aos componentes do mesmo: Alumínio, Níquel e Cobre). O sulfato de níquel presta-se à chamada galvanoplastia, banhos de sais de níquel nos quais obtêm-se a niquelagem, processo que permite um acabamento refinado e protetor de diversas peças de metal.
A maioria do níquel extraído é utilizado na siderurgia (cerca de 70%), enquanto que o restante é empregado na composição de ligas não-ferrosas e na galvanoplastia. Esta utilização é regulada por uma categorização em “classes”. Assim, são classe I os derivados de alta pureza (com mínimo de 99% de pureza), destinados ao uso na siderurgia. Na classe II, o produto possui entre 20% e 96% de níquel, e é empregado na fabricação de aço inoxidável e ligas de aço.

O que é Silício?



Silício, conhecido por ser utilizado em circuitos integrados (chips), é um elemento químico (semimetal) da família 4A, mesma do Carbono, relativamente inerte. É sólido, quebradiço, pardo na forma amorfa e cinza-escuro com brilho metálico na forma cristalina. Seu símbolo químico é Si.Como um elemento não-metálico, é pouco dúctil ou maleável. Sua massaatômica ponderada vale 28u, e número atômico igual a 14 (elétrons e prótons). Possui estado de oxidação +4 como o mais comum, é material semicondutor e seu arranjo cristalino assemelha-se ao do diamante.
O Silício é bastante resistente a ácidos, sendo poucos os que conseguem oxidá-lo, como a mistura de ácido nítrico e fluorídrico. Assim como também é resistente a oxidação em atmosfera ambiente (não se inflama à simples presença de oxigênio – mas numa mistura gasosa com Flúor, por exemplo) e à maioria dos elementos químicos (exceto os halogênios e alguns metais).


O que é um Neutrino?




Neutrinos são uma das partículas fundamentais que compõem o universo. Eles também são um dos menos compreendidos.
Neutrinos são semelhantes ao elétron mais familiar, com uma diferença crucial: os neutrinos não possuem carga elétrica. Porque os neutrinos são eletricamente neutros, eles não são afetados pelas forças eletromagnéticas que atuam sobre os elétrons. Neutrinos são afetados apenas por um "fraco" força sub-atômica de alcance muito menor do que o eletromagnetismo, e, portanto, capaz de passar por grandes distâncias em questão sem ser afetado por ele. Se os neutrinos têm massa, eles também interagem gravitacionalmente com outras partículas maciças, mas a gravidade é, de longe, a mais fraca das quatro forças conhecidas .
Três tipos de neutrinos são conhecidos, há uma forte evidência de que não existe neutrinos adicionais, a menos que as suas propriedades são inesperadamente muito diferente dos tipos conhecidos. Cada tipo ou "sabor" de neutrino está relacionada com uma partícula carregada (que dá o correspondente neutrino o seu nome). Assim, o "elétron neutrino" está associada com o elétron e dois neutrinos outros estão associados com versões mais pesadas do elétron chamada múon eo tau (partículas elementares são frequentemente rotulados com letras gregas, para confundir o leigo). A tabela abaixo lista os tipos conhecidos de neutrinos (e seus parceiros eletricamente carregadas).

Betelgeuse






Betelgeuse é uma estrela supergigante vermelha, e uma das maiores estrelas conhecidas, sendo de grande interesse para a astronomia. O diâmetro angular de Betelgeuse foi medido pela primeira vez em 1920-1921 por Michelson e Pease, sendo uma das cinco primeiras a serem medidas usando um interferómetro no telescópio de 100 polegadas do Monte Wilson. O seu diâmetro varia entre 500 e 900 vezes o do Sol. No diâmetro máximo, a estrela seria maior que a órbita de Saturno se colocada no lugar do Sol. Apesar de ser apenas 14 vezes mais massiva que o Sol, é cerca de algumas centenas de milhões de vezes maior em volume, como uma bola de futebol comparada a um grande estádio de futebol. A sua proximidade à Terra e o seu enorme tamanho fazem dela a estrela com o terceiro maior diâmetro angular vista da Terra [1], menor apenas que o Sol e R Doradus. É uma das 12 estrelas em que os telescópios atuais podem visualizar o seu disco real.

[editar]Supernova

Os astrónomos prevêem que Betelgeuse pode passar por uma supernova tipo II. No entanto, as opiniões estão divididas quanto ao momento em que isto deve ocorrer. Alguns sugerem que a variabilidade actual como um sinal de que já está na fase de queima de carbono do seu ciclo de vida, e deve sofrer uma explosão supernova aproximadamente nos próximos mil anos. Cépticos discordam com esse ponto de vista e afirmam que a estrela deve sobreviver muito mais tempo.
Há consenso de que tal supernova seria um evento astronómico espectacular, mas não seria uma ameaça para a vida na Terra, dada a enorme distância a que se encontra. Mas a estrela vai tornar-se pelo menos 10000 vezes mais brilhante, o que significa um brilho equivalente ao de uma Lua crescente. Entretanto alguns crêem que ela pode chegar ao brilho de uma Lua cheia (mv = -12.5). Esse fenómeno deve durar por alguns meses, parecendo uma pequena Lua cheia com a cor de uma lâmpada incandescente à noite e facilmente visível durante o dia. Após esse período a estrela vai apagar-se gradualmente até que após alguns meses ou anos desapareça complectamente e Orion perca o ombro direito.


sexta-feira, 22 de março de 2013

Ciêntistas Americanos descobrem planeta que pode abrigar vida




Se você quiser saber mais sobre este fato histórico clique no link abaixo

Qual é a maior estrela ja descoberta?



Te digo a resposta, DY Canis Majoris ela é um bilhão de vezes maior que nosso sol

Veja esta comparação com o nosso sol,não sei se consegue ver mas o sol é um pontinho minúsculo perto da DY Canis Majoris






Se nosso sistema solar girasse em torno desta estrela,imaginem a distância que seria necessária pra abrigar vida na terra!

Se você é curioso e quer saber mais encontrei este vídeo


Para assisti-lo clique Aqui